Os funerais eram uma parte importante do "mos maiorum" (costume dos ancestrais) e tinham um significado religioso e social, marcando a passagem do indivíduo para o mundo dos mortos e homenageando os antepassados.
Elementos comuns dos funerais romanos:
Preparação do corpo:
O corpo era lavado, vestido com roupas especiais e adornado com objetos pessoais.
Procissão:
O cortejo fúnebre, muitas vezes acompanhado de música e lamentações, levava o corpo até o local de cremação ou sepultamento.
Elogio fúnebre:
Um discurso solene era proferido, destacando as virtudes e feitos do falecido.
Cremação ou sepultamento:
A cremação era comum entre os romanos, com as cinzas sendo depositadas em urnas ou sarcófagos. O sepultamento em sarcófagos também era praticado, especialmente para os mais ricos.
Banquetes:
Após a cerimônia, era comum realizar um banquete para familiares e amigos, onde se compartilhava a memória do falecido e se prestava homenagem.
Comemoração:
Certos dias do ano eram dedicados à memória dos antepassados, como a Parentália, celebrada de 13 a 21 de fevereiro.
Diferenças entre classes sociais:
Ricos:
Os funerais dos ricos eram mais elaborados, com cortejos maiores, discursos mais longos e sarcófagos de mármore ornamentados.
Pobres:
Os funerais dos pobres eram mais simples, com cremação ou sepultamento em locais menos elaborados e cortejos mais modestos.
Importância dos funerais:
Passagem para o além:
Os funerais eram vistos como um rito de passagem para o mundo dos mortos, com cerimônias que buscavam assegurar a boa jornada do falecido.
Homenagem aos antepassados:
Os funerais eram uma forma de manter viva a memória dos antepassados e de fortalecer os laços familiares.
Integração social:
Os funerais também serviam como um momento de união entre familiares, amigos e a comunidade, onde se compartilhava a dor da perda e se celebravam os laços sociais.
Elementos comuns dos funerais romanos:
Preparação do corpo:
O corpo era lavado, vestido com roupas especiais e adornado com objetos pessoais.
Procissão:
O cortejo fúnebre, muitas vezes acompanhado de música e lamentações, levava o corpo até o local de cremação ou sepultamento.
Elogio fúnebre:
Um discurso solene era proferido, destacando as virtudes e feitos do falecido.
Cremação ou sepultamento:
A cremação era comum entre os romanos, com as cinzas sendo depositadas em urnas ou sarcófagos. O sepultamento em sarcófagos também era praticado, especialmente para os mais ricos.
Banquetes:
Após a cerimônia, era comum realizar um banquete para familiares e amigos, onde se compartilhava a memória do falecido e se prestava homenagem.
Comemoração:
Certos dias do ano eram dedicados à memória dos antepassados, como a Parentália, celebrada de 13 a 21 de fevereiro.
Diferenças entre classes sociais:
Ricos:
Os funerais dos ricos eram mais elaborados, com cortejos maiores, discursos mais longos e sarcófagos de mármore ornamentados.
Pobres:
Os funerais dos pobres eram mais simples, com cremação ou sepultamento em locais menos elaborados e cortejos mais modestos.
Importância dos funerais:
Passagem para o além:
Os funerais eram vistos como um rito de passagem para o mundo dos mortos, com cerimônias que buscavam assegurar a boa jornada do falecido.
Homenagem aos antepassados:
Os funerais eram uma forma de manter viva a memória dos antepassados e de fortalecer os laços familiares.
Integração social:
Os funerais também serviam como um momento de união entre familiares, amigos e a comunidade, onde se compartilhava a dor da perda e se celebravam os laços sociais.
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Lápides com fotos de romanos mortos, desenhos bem conservados em museu da Itália
Redação JRP internacional
Por Leon Lopes jornalista fotográfico
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